Você já visitou Ruanda, Etiópia, Burkina Faso, Zâmbia, Chade, Benin, etc...? Não... não, pra que ir tão longe? Mas, você pode ir aqui pertinho, já visitou Centro do Guilherme, Santo Amaro do Maranhão, Guaribas, Matões do Norte, Milton Brandão? Não... não é necessário viajar tanto, nem é preciso sair de nossos bairros, as barbaridades estão tão perto de nós, em cada esquina, em cada farol, em cada coração. Mas para quê ir até a esquina, olhar do outro lado da rua, nos faróis fechados... Não é necessário nada disso. è bem mais simples olhar no espelho, dê uma olhada e você verá toda a miséria do mundo.
Somos todos miseráveis, somos todos indignos do mundo, não estou sendo duro não, apenas refletindo uma verdade descomunal... O mundo não suporta mais esse vírus chamado ser humano, não somos mais nada que um vírus, contaminamos tudo, destruimos tudo.
Na mitologia existe Midas que transforma tudo em ouro deveria haver uma falando do ser humano, que não transforma nada em ouro, mas tudo que toca destrói. Conta a lenda que, após os eventos envolvendo o toque de ouro, Midas abandonou a riqueza e virou um seguidor de Pã, deus dos bosques. Um dia Pã afirmou tocar melhor do que Apolo, e o deus do Sol resolveu fazer um duelo com Pã, julgado pelo deus Tmolo. Pã agradou a todos com sua flauta, mas após Apolo tocar sua lira Tmolo deu o prêmio a ele. Midas indignou-se, questionou a decisão, e Apolo enfurecido deu a Midas orelhas de burro.
Midas cobriu-as com um turbante para seus seguidores não o perceberem. Apenas o cabeleireiro sabia das orelhas, e devia guardar segredo. O cabeleireiro não estava conseguindo, e para satisfazer sua vontade, cavou um buraco, falou "O Rei Midas tem orelhas de burro!" dentro deste e cobriu-o de terra. Porém o junco que cresceu no lugar do buraco "cantava" a frase sempre que recebia vento, espalhando a história pelo reino.
Pois bem, faz tempo que o ser humano merece ganhar um bela par de orelhas de burro, por transforma este mundo numa grande lixeira, por transformar nossa existência numa miséria de dar dó, começando em nosso interior cada vez mais superficial e terminando com a própria natureza destruída por nós " seres desumanos"
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